Casas de apostas ilegais driblam fiscalização usando empresas fora do alcance do BC
Terça-feira 02 de Setembro 2025 / 12:00
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(Brasília).- A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), ligada ao Ministério da Fazenda, identificou que sites de apostas ilegais estão aproveitando uma brecha regulatória: o uso de instituições de pagamento (IPs) que ainda não necessitam de autorização do Banco Central para operar. Por estarem fora do alcance da fiscalização direta, essas empresas vêm sendo utilizadas para movimentar recursos de plataformas não autorizadas, mesmo após repetidas ações de derrubada de domínios.
O secretário de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, afirmou que a prática já está sendo monitorada e trará consequências para as IPs envolvidas: "Essas instituições estão começando a perceber que, se atuarem de forma ilegal, isso será levado em conta quando pedirem autorização para funcionar plenamente pelo Banco Central. Já notificamos e, em casos reincidentes, os relatórios vão também para a Polícia Federal".
Atualmente, apenas instituições que movimentam acima de R$ 500 milhões em 12 meses ou que mantenham ao menos R$ 50 milhões em contas pré-pagas precisam de autorização formal do BC. Abaixo desse limite, ficam fora da supervisão direta, cenário que abriu espaço para o uso indevido por casas de apostas clandestinas.
Ações de combate e impacto no setor
Desde a regulamentação do mercado de apostas de quota fixa, há pouco mais de seis meses, 78 empresas foram autorizadas a operar no Brasil. Nesse período, a SPA e a Anatel retiraram do ar 15.463 sites ilegais e determinaram o bloqueio de contas bancárias ligadas a operações clandestinas: 255 de apostadores e 45 de empresas apenas no último semestre.
Segundo Dudena, o objetivo é deixar claro que a SPA também exerce papel regulatório: "Não adianta achar que só terão de responder ao Banco Central. Se forem identificadas financiando atividades ilegais, isso vai constar no histórico delas".
Receita e arrecadação
As plataformas autorizadas movimentaram R$ 17,4 bilhões em receita bruta no primeiro semestre de 2025. A arrecadação tributária somou R$ 3,8 bilhões, enquanto outros R$ 2,2 bilhões foram recolhidos em outorgas. Ao todo, 17,7 milhões de brasileiros já realizaram apostas em uma das 182 plataformas legalizadas.
Categoría:Legislacion
Tags: Sin tags
País: Brasil
Región: Sudamérica
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