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Deputado Tchê defende emenda superior a R$ 200 mil para pôquer e reforça reconhecimento como “esporte da mente”

Sexta-feira 13 de Fevereiro 2026 / 12:00

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(Rio Branco).- O deputado estadual Tchê (PDT) voltou à tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para esclarecer a destinação de recursos públicos ao pôquer e reafirmar a modalidade como esporte da mente. A emenda parlamentar, que ultrapassa R$ 200 mil para o exercício atual, reacende o debate sobre a aplicação de verbas públicas em atividades ligadas ao universo dos jogos.

Deputado Tchê defende emenda superior a R$ 200 mil para pôquer e reforça reconhecimento como “esporte da mente”

Durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, o parlamentar comentou a polêmica envolvendo a emenda originalmente fixada em R$ 250 mil para fomentar atividades relacionadas ao pôquer no estado. Segundo ele, parte do valor já foi executada no exercício anterior, restando saldo disponível para 2026.

De acordo com Tchê, dos R$ 250 mil previstos inicialmente, cerca de R$ 174 mil foram utilizados, permanecendo mais de R$ 200 mil para aplicação futura. O deputado afirmou que o plano de trabalho está em elaboração e será apresentado oportunamente, ressaltando transparência na destinação dos recursos.

Pôquer como ferramenta educacional e esportiva

O parlamentar defendeu o pôquer como prática que estimula raciocínio lógico, estratégia e controle emocional — atributos tradicionalmente associados a esportes da mente, como o xadrez. Ele destacou que participa há anos de competições estaduais e que a modalidade pode ser incorporada a projetos educacionais em escolas estaduais e municipais.

A proposta insere o pôquer no debate mais amplo sobre jogos de habilidade, segmento que, no Brasil, frequentemente busca distinção regulatória em relação aos jogos de azar tradicionais. Embora o pôquer envolva apostas em contextos competitivos, seus defensores sustentam que a predominância da habilidade sobre o acaso o caracteriza como esporte mental.

Para o setor de jogos, a iniciativa chama atenção por envolver financiamento público direcionado a uma modalidade inserida no ecossistema do entretenimento competitivo. Em um momento em que o mercado brasileiro de apostas e jogos passa por consolidação regulatória, discussões legislativas e reconhecimento institucional de modalidades estratégicas ganham relevância.

Transparência e articulação política

Tchê também mencionou diálogo com colegas parlamentares sobre a indicação de emendas e parcerias políticas, reforçando que os recursos destinados seguirão os trâmites legais e acordos firmados.

A destinação de verbas para o pôquer ocorre em meio a um cenário nacional de maior escrutínio sobre atividades relacionadas a jogos e apostas. O caso no Acre adiciona um novo capítulo ao debate sobre o papel do poder público no fomento a modalidades que orbitam o setor de jogos, especialmente quando envolvem recursos orçamentários.

Para a indústria, o episódio evidencia como o reconhecimento institucional de jogos de habilidade continua sendo pauta estratégica — tanto sob a ótica esportiva quanto regulatória.

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País: Brasil

Región: Sudamérica

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