Brasil adere à Convenção de Macolin e fortalece combate à manipulação de resultados
Segunda-feira 08 de Setembro 2025 / 12:00
2 minutos de lectura
(Brasília).- O governo brasileiro comunicou formalmente sua intenção de aderir à Convenção do Conselho da Europa sobre a Manipulação de Competições Esportivas, conhecida como Convenção de Macolin. O anúncio foi feito nesta semana, após sinalização positiva conjunta dos Ministérios do Esporte, da Fazenda e da Justiça e Segurança Pública.
O ministro do Esporte, André Fufuca, destacou que a decisão reafirma o compromisso do governo em proteger atletas, torcedores e o sistema regulatório nacional. "Não permitiremos que o ambiente das apostas virtuais seja tomado por operadores ilegais. Trabalhamos incansavelmente para combater a manipulação de resultados e garantir a integridade das disputas esportivas", afirmou.
No Brasil, o setor de apostas esportivas de quota fixa cresce de forma acelerada, impulsionado pelo interesse popular e pela digitalização. Desde a Lei nº 13.756/2018, que legalizou o mercado, o país avança na regulamentação, com foco em segurança jurídica, proteção ao consumidor e arrecadação de receitas para o Estado. O segmento já movimenta investimentos nacionais e internacionais, além de fomentar o patrocínio esportivo.
Apesar dos avanços, os desafios permanecem: o combate ao mercado ilegal, a prevenção de crimes como a lavagem de dinheiro e a construção de infraestrutura para fiscalizar o cumprimento das regras. A adesão à Convenção de Macolin é vista como um reforço estratégico nesse processo.
O secretário nacional de Apostas Esportivas e Desenvolvimento Econômico do Esporte, Giovanni Rocco, ressaltou que a medida é essencial diante da natureza transnacional do crime de manipulação de resultados. "Essa integração com a Europa vai nos permitir adotar medidas muito mais eficazes no combate a esse tipo de crime, que é complexo e global", afirmou.
A Convenção de Macolin entrou em vigor em 2019 e já foi ratificada por países como França, Itália, Noruega, Portugal e Suíça, além de contar com adesões de Estados fora da Europa, como Austrália e Marrocos. O tratado propõe um arcabouço legal comum para a cooperação internacional entre governos, operadores de apostas, organizadores de competições e entidades esportivas, a fim de prevenir, detectar e punir manipulações.
Categoría:Gaming
Tags: Sin tags
País: Brasil
Región: Sudamérica
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