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Informes & Datos

Setor de apostas injeta R$ 28 bilhões na economia e impulsiona o futebol brasileiro

Quinta-feira 13 de Novembro 2025 / 12:00

2 minutos de lectura

(São Paulo).- Um estudo divulgado em novembro de 2025 pela LCA Consultores, em parceria com o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) e a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), revelou o forte impacto econômico do mercado de apostas de quota fixa no Brasil. Segundo o levantamento, o setor regulamentado vem impulsionando a geração de empregos, a arrecadação tributária e o financiamento esportivo, consolidando-se como um dos pilares da nova economia digital brasileira.

Setor de apostas injeta R$ 28 bilhões na economia e impulsiona o futebol brasileiro

A transformação começou com a Lei nº 14.790/23, que regulamentou as apostas esportivas, e ganhou estrutura com a criação da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), em 2024. Desde janeiro de 2025, apenas empresas com licença oficial e domínio “.bet.br” podem operar no país, sendo obrigadas a manter pelo menos 20% de capital nacional e adotar rígidos mecanismos de identificação e fiscalização para proteger o consumidor.

De acordo com a LCA Consultores, o setor já investiu R$ 7,5 bilhões em capital social, com potencial de movimentar até R$ 28 bilhões na economia. Cada real investido pelas operadoras gera, em média, R$ 3,74 em demanda adicional em outros segmentos, segundo o modelo de insumo-produto baseado nas Contas Nacionais do IBGE.

Atualmente, 82 empresas estão ativas e 193 marcas autorizadas, com São Paulo concentrando mais da metade das sedes do setor. Outros estados, como Pernambuco, Paraíba, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, também se consolidam como polos regionais de operação e tecnologia.

A regulamentação formalizou o mercado e impulsionou a criação de 15,5 mil empregos, sendo 10 mil diretos e 5,5 mil indiretos. Quase metade das vagas diretas (47%) são ocupadas por profissionais qualificados em tecnologia da informação, segurança cibernética, compliance, jurídico e marketing.

Os salários médios são superiores à média nacional: R$ 7 mil para contratados e R$ 4 mil para terceirizados, contra R$ 3,2 mil no restante da economia. Além disso, 78,8% dos trabalhadores têm ensino superior completo ou incompleto — o dobro da média nacional. A massa salarial anual chega a R$ 460 milhões, com R$ 87 milhões em encargos sociais.

Com a regulamentação, o mercado legal de apostas tornou-se uma importante fonte de receitas públicas. A arrecadação total prevista para 2025 é de R$ 9 bilhões, distribuídos entre impostos federais, municipais e taxas de fiscalização. A Contribuição sobre o GGR (Gross Gaming Revenue), fixada em 12% do faturamento bruto, deve gerar R$ 4,4 bilhões neste ano. Os recursos são destinados a áreas como esporte (R$ 1,6 bi), turismo (R$ 1,2 bi), segurança pública (R$ 590 mi), seguridade social e educação (R$ 433 mi cada) e saúde (R$ 43 mi).

O estudo também destaca o papel das operadoras de apostas no fortalecimento do futebol nacional. Em 2025, 18 dos 20 clubes da Série A contam com patrocínio master de casas de apostas, somando R$ 1,1 bilhão em contratos — quatro vezes mais do que no início da década. Entre os maiores acordos estão Flamengo (R$ 268,5 milhões), São Paulo (R$ 113 milhões), Corinthians (R$ 103 milhões) e Palmeiras (R$ 100 milhões).

De acordo com o relatório, 11 dos 20 clubes da elite recebem mais com patrocínios de apostas do que ganhariam sendo campeões brasileiros, o que evidencia a importância do setor para a sustentabilidade do futebol.

O levantamento da LCA Consultores, em parceria com o IBJR e a ANJL, conclui que o mercado de apostas de quota fixa é hoje um pilar estratégico da economia brasileira, combinando investimento privado, geração de renda, arrecadação pública e apoio ao esporte.

Categoría:Informes & Datos

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País: Brasil

Región: Sudamérica

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