Ferramenta de autoexclusão consolida o jogo responsável no setor de apostas esportivas
Terça-feira 06 de Janeiro 2026 / 12:00
2 minutos de lectura
(Brasília).– Nos primeiros 20 dias de funcionamento da plataforma federal, o Ministério da Fazenda registrou cerca de 153 mil pedidos de autoexclusão de sites de apostas esportivas. Com uma média de cinco solicitações por minuto, o volume demonstra que os mecanismos de jogo responsável vêm sendo utilizados ativamente pelos usuários, reforçando o papel do mercado regulado como instrumento de proteção, transparência e autocontrole no setor de apostas.
O mecanismo de autoexclusão abrange todas as cerca de 200 marcas de apostas esportivas autorizadas a operar no país e integra as políticas de jogo responsável previstas no processo de regulamentação do setor. A ferramenta representa um avanço concreto na proteção do consumidor e na construção de um mercado mais transparente e seguro.
Entre os motivos mais citados pelos usuários para solicitar a autoexclusão, destaca-se a “perda de controle sobre o jogo – saúde mental”, responsável por 34% dos pedidos. Em seguida, aparece a justificativa “prevenir que meus dados sejam utilizados por plataformas de apostas”, mencionada por 28% dos solicitantes. Os dados evidenciam que os usuários estão cada vez mais conscientes de seus direitos e utilizam os instrumentos disponíveis para gerenciar sua relação com o jogo de forma responsável.
A plataforma permite que o apostador escolha livremente o período de bloqueio, que pode variar entre um, três, seis ou nove meses, um ano ou prazo indeterminado. Do total de solicitações, 76% optaram pelo bloqueio por tempo indeterminado, enquanto 17% definiram o período de um ano, demonstrando confiança na ferramenta como um mecanismo eficaz de autocontrole.
Segundo informações do próprio governo, a autoexclusão é destinada a pessoas que “sentem que os jogos de aposta começaram a afetar negativamente sua vida ou se tornaram uma preocupação”. A existência desse recurso reforça o compromisso do mercado regulado com práticas responsáveis e com a prevenção de comportamentos de risco.
Estudos citados pela imprensa especializada indicam que o custo social dos danos associados ao jogo problemático no Brasil pode alcançar pelo menos R$ 38,8 bilhões por ano, sendo aproximadamente R$ 30,6 bilhões relacionados a impactos diretos na saúde. Nesse contexto, ferramentas como a autoexclusão se consolidam como parte essencial das políticas públicas de prevenção, mostrando que a regulamentação não apenas permite a fiscalização do setor, mas também oferece soluções reais para proteger o jogador e fortalecer um ambiente de apostas mais saudável e sustentável.
Categoría:Legislacion
Tags: Sin tags
País: Brasil
Región: Sudamérica
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