Em votação na CCJ do Senado no Brasil: liberação de cassinos pode arrecadar R$ 40 bi
Quinta-feira 13 de Junho 2024 / 12:00
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(Brasilia).- Já aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei (PL) 2.234/2022 está na pauta de votação da sessão desta quarta-feira (12) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O projeto autoriza o funcionamento de cassinos e bingos em todo o território nacional e legaliza o jogo do bicho e apostas em corridas de cavalos.
De acordo com o relator da matéria, senador Irajá (PSD-TO), o projeto tem potencial para arrecadar até R$ 40 bilhões. Ao conversar com o jornal Valor Econômico, nesta quarta-feira (12), o senador disse que o governo Lula é favorável ao projeto apesar de não se manifestar publicamente sobre o tema.
O tema foi pautado pela primeira vez na CCJ em maio deste ano, mas a votação foi adiada pelo presidente da Comissão, senador Davi Alcolumbre (União-AP), após pressão da oposição.
O relator aposta na aprovação da proposta apesar da resistência da bancada evangélica, que articula a rejeição do texto.
“Esse tema dos jogos de apostas não é unânime, nem de longe. Nós sabemos disso e nem esperamos que vá ter um placar elástico. Mas, em conversas com os partidos, com os colegas, eu acredito que teremos uma votação majoritária”, disse o senador Irajá.
No início deste mês, o senador afirmou à Gazeta do Povo que está “muito preocupado” com a pressa do Senado em querer aprovar a legalização dos jogos de azar no Brasil. Segundo o senador, existe um “lobby poderoso” que tenta se aproveitar da tragédia do Rio Grande do Sul, para tirar o foco do Senado.
Girão ainda disse que os "magnatas" vão se "beneficiar e faturar em cima do vício das pessoas". O senador também lembrou que no período em que os bingos eram liberados houve escândalos de corrupção. Na época, o então presidente Lula assinou um decreto proibindo a jogatina devido aos problemas sociais e econômicos resultantes.
"Esse projeto é simplesmente devastador e vai privilegiar os magnatas de fora do país inclusive. É a socialização do prejuízo para beneficiar o lucro de poucos. Quem vai pagar essa conta é o Brasil. Quem vai pagar essa conta são os brasileiros", afirmou o senador.
Categoría:Legislacion
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País: Brasil
Región: Sudamérica
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